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legends of troy xbox
legends of troy xbox
A guerra de Troia e a Ilíada, o poema épico de Homero visto pela Tecmo Koei é algo que facilmente poderemos imaginar. Os criadores da famosa saga Dynasty Warriors não costumam mudar muito a sua fórmula de beat'em all e este era um cenário que se adequava na perfeição ao estilo de jogo em causa. A mitologia fascinante era o primeiro passo, o segundo seria o de construir uma obra sólida, onde a ação teria justificação e capacidade para sustentar várias horas de jogo.
As primeiras impressões com Warriors: Legends of Troy são boas. O desembarque dos mil navios gregos para atacar os troianos resulta num excelente pano de fundo para a primeira sessão de pancadaria, com Aquiles como estrela. O ambiente é consistente e bem conseguido, com as sequências narrativas e os interessantes frescos a conferirem a força necessária a um jogo naturalmente muito violento. A história vai colocar-nos a controlar várias personagens dos dois campos opostos, com muita traição, alguma paixão e sobretudo uma elevada contagem de corpos.
Uma rodinha quase como nos tempos de escola. Quase...
Troia sem rei nem roque
A campanha coloca-nos a atravessar campos e vilas que não são desagradáveis à vista, utilizando um artefacto que, em teoria, impede uma excessiva monotonia na jogabilidade - a rotatividade constante entre a quase dezena de heróis do jogo. Apesar das óbvias semelhanças a nível de combate, existe um ou outro aspeto que diferencia alguns deles. Por exemplo Ajax, um verdadeiro colosso que para quem as armas são opcionais, Paris, que é perito no combate de longa distância com o seu arco e flechas, ou Penthesilea, rainha amazona veloz e dotada de um enorme machado. Apesar de cada protagonista ter a sua arma de eleição é possível apanhar as que "gentilmente" convencemos os inimigos a deixar no solo, após os termos perfurado com alguns golpes finais brutais - Legends of Troy é um jogo muito violento e sangrento. Com a nova arma podemos partir para as próximas hordas de inimigos ou arremessá-la em grande estilo contra um soldado que tentava fugir pela sua vida - nem todos eram heróicos, pelos vistos.
Falando nas hordas de inimigos, o design não foge muito à batida fórmula dos bandos de carne para canhão que nos aguardam pacientemente até entrarmos no seu raio de ação. Não existe sinal de vida inteligente por esta Troia, tanto nos inimigos como nos soldados que nos acompanham, regularmente com várias dezenas de guerreiros no ecrã.
O que pode fazer ou quebrar um jogo destes é o sistema de combate, e convenhamos que as suas bases são relativamente sólidas. As combinações, inicialmente escassas, exigem um correto timing para surtirem o devido efeito e existe toda uma necessidade de proteção com o escudo ou desvio com uma cambalhota bem medida. A sensação de impacto das armas é bem conseguida e não falta sequer a barra de fúria que nos concede um poder devastador durante breves segundos, nem alguns movimentos finais sangrentos e que nos dão mais Kleos, a moeda do jogo.
Antes de cada missão, e apenas aí, podemos adquirir alguns itens que melhoram as nossas capacidades ou desbloqueiam novos combos - se ao menos a vida real fosse assim. Os itens adquiridos, como pulseiras, colares ou anéis, são colocados num inventário limitado em espaço mas que pode também ele ser aumentado. Não deixa de lembrar o sistema usado em Resident Evil 4, com a diferença que aqui não temos falta de espaço nem um tipo duvidoso a tentar vender-nos coisas da sua gabardine.
Aquiles gosta de os apanhar por trás.
Mas, verdade seja dita, os combates caem na repetição. Apesar dos vários heróis e do esforço realizado em torná-los visualmente únicos (algo plenamente conseguido), o mesmo não se pode dizer nem das suas animações, que parecem reaproveitadas de uns para os outros, nem dos seus golpes, resultando numa jogabilidade que é praticamente idêntica ao longo de toda a aventura. Gostaríamos de dizer que a amazona é realmente diferente de Aquiles, mas os poucos elementos que os distinguem rapidamente se desvanecem e dão lugar ao que Warriors: Legends of Troy é: um beat'em all agradável mas sem grande originalidade. Mesmo a fúria e os golpes finais são iguais para os vários guerreiros, de tal forma que Penthesilea trespassa os inimigos com o seu enorme machado como se fosse uma espada. Lá está, o movimento é o de outras personagens e adequado para uma espada, reaproveitado aqui de maneira bastante caricata.
Os bosses, que incluem tanto nomes famosos do poema como algumas criaturas mitológicas, apimentam a jogabilidade, com momentos que quase podiam ser apelidados de épicos, a condizer com o tema do jogo. Um confronto com Apolo será um dos pontos altos.
Para além da campanha temos um modo arena e outro em que devemos despachar sucessivas vagas de inimigos, mas nada em termos de multijogador, seja cooperativo, competitivo, online ou offline. A longevidade sofre com isso e não serão os extras a desbloquear (artworks, músicas ou vídeos) que alteram o cenário. As músicas até são interessantes e o ambiente sonoro é caótico quanto baste, com as lâminas a ecoar e os efeitos dos corpos trespassados, mas isto já é de outro departamento que não a duração de vida.
Esta recriação - ou será antes imaginação - de Troia oferece gráficos capazes, nomeadamente para os cenários, ainda que a variedade ou a interação estejam longe de ser os seus pontos fortes. Os heróis possuem uma boa atenção ao detalhe, mas como é costume nestes jogos, as restantes personagens são pouco detalhadas e repetidas até ao infinito. Apesar de alguns soluços no ritmo da jogabilidade, o trabalho global é satisfatório.
Baseado numa das mais apaixonantes lendas, este jogo conta com vários elementos cativantes, como os nomes míticos e um sistema de combate correto. No entanto, a Koei não tem muitas ideias na manga para o sustentar durante várias horas, ficando-se por um beat'em all agradável mas com a sua dose de defeitos. Warriors: Legends of Troy pode não ficar na história tal como o poema que o inspirou, mas é uma entrada competente à qual faltou apenas um pouco mais de audácia, à imagem dos heróis que retrata
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crysis 2 xbox 360
Lançado para computador em 2007, "Crysis" gera reações de amor e ódio nos jogadores. Na época, o game de tiro exigia computadores potentes para 'rodar no mínimo', mas prometia - e entregava - uma experiência visual única para os afortunados que tivessem máquinas capazes de atender seus requisitos de sistema. Hoje, a história é outra: donos de PCs mais modestos conseguem jogar "Crysis 2" e o game também está disponível para os consoles de alta definição - e essa é a maior conquista dos alemães da Crytek.
Sem crise
"Crysis 2" deixa a floresta tropical do primeiro game para trás e parte para a selva de concreto mais conhecida do mundo: Nova York. No jogo, a cidade passa por maus bocados, isolada em estado de quarentena após o surto de uma doença alienígena. Apenas um grupo paramilitar e as forças armadas podem entrar na cidade para acabar com a ameaça. O jogador é um desses soldados, um fuzileiro chamado Alcatraz e, quem diria, a última esperança da humanidade.
Não é necessário conhecer o primeiro jogo para aproveitar a aventura de "Crysis 2", pois a trama gira ao redor de Alcatraz, que logo no começo do jogo é preso dentro da Nanosuit, uma armadura que concede ao soldado super velocidade, força, invisibilidade e mais resistência a ataques. A missão de Alcatraz é encontrar um cientista que sabe como expulsar os invasores, o que não será tarefa fácil: Além de enfrentar uma invasão alienígena, ele ainda tem que lidar com imprevistos, como um grupo paramilitar interessado na tecnologia da Nanosuit.
Os poderes da armadura foram bem encaixados nos controles do PlayStation 3 e Xbox 360, sem alterar o esquema básico dos jogos de tiro em primeira pessoa. Basta um toque de botão para usar as habilidades de invisibilidade e superarmadura. Há vários modos de visão e informações como opções de cobertura, munição e poder de fogo dos inimigos são obtidas ao mapear os arredores com a Nanosuit. Os controles de mira e disparo são precisos e a variedade de armas não decepciona. -
f.e.a.r. 3
f.e.a.r 3...
Mesclando terror e ação, o terceiro F.E.A.R. abdicou um pouco do clima constantemente pesado para dar espaço a mais ação e elementos de shooter. A nova proposta adequa a série a um público maior, sem esquecer de aprofundar na trama original e trazer alguns elementos de jogabilidade novos, como o cooperativo.
Não jogou os primeiros? Então esquece...
Toda a narrativa de F.E.A.R. é baseada em uma rede de história entrelaçadas. Quem ficou com alguma dúvida ao jogar os títulos anteriores pode se preparar para encontrar as repostas nessa continuação. O jogo começa exatamente onde o segundo terminou: na catástrofe paranormal que dizimou a cidade de Fairport. A diferença é que o protagonista agora é Point Man, o mesmo que estrelou o primeiro jogo. Além de Point Man, seu irmão e companheiro no "Project Origin", Paxton Fettel, ressurge dos mortos para fazer uma aparição assustadora e bem bolada pelos produtores. Fettel se tornará companheiro do protagonista no jogo cooperativo tanto local quanto online. Além disso, é possível jogar novamente as fases finalizadas usando Fettel como personagem.
A trama gira em torno da gravidez de Alma, aquela mulher/coisa ruim que aparece em todos os jogos. Em F.E.A.R. 2 ela acaba engravidando do protagonista e agora está prestes a ter um filho.
A trama é muito previsível, mas tem todos seus laços bem fechados o que é importante para uma série que busca manter uma ligação plausível entre cada novo jogo lançado. Infelizmente, diferente dos anteriores, F.E.A.R. 3 não tem tantos momentos de terror. Na verdade o jogador sera pouco assustado, e só atormentado pelo terror psicológico durante uma ou outra aparição de Alma ou quando a luz cai e pessoas morrem. Os produtores apostaram em um jogo mais dinâmico e sem interrupções.
Solo desafia, co-op diverte
A opção de jogar com algum amigo ao seu lado ou mesmo através da internet é divertida e uma boa novidade na franquia. Point Man é aquele cara durão e sem papas na língua que sai dando murros em todos e fuzilando qualquer morto-vivo capenga. Já Fettel é o psicótico da vez. Ele não carrega armas e ataca os inimigos drenando a energia de seus corpos. Sua jogabilidade é bem mais estratégica que a do seu irmão e dá um "replay" legal para quem quiser jogar novamente.
O problema do cooperativo é a facilidade que F.E.A.R. 3 se transforma. A série sempre prezou por uma dificuldade mais elevada, mas quando as fases são compartilhadas com outros companheiros o jogo fica visivelmente fácil. Felizmente, a diversão é alta quando o jogador tem a possibilidade de unir ambos os irmãos e bolar estratégias elaboradas mesclando os poderes sobrenaturais de Fettel com o alto poder bélico de Point Man.
Quem busca desafio e um pouco de terror deve jogar sozinho mesmo. Sem ajuda,o nível de dificuldade aumenta. Alma e sua trupe paranormal parecem bem mais ameaçadoras quando se anda sozinho pelos sombrios corredores de F.E.A.R. 3.
As pessoas que gostam de um FPS e não estão acompanhando a franquia provavelmente não irão se empolgar tanto com F.E.A.R. 3 pela simplicidade de sua jogabilidade. O herói da história apenas consegue controlar o tempo abusando do efeito bullet time, que já foi novidade mas hoje parece algo nada surpreendente e original.
O multiplayer competitivo segue o padrão da maioria dos shooters com jogos em equipe. Já o mata-mata tradicional possui algumas modalidades bem diferentes e que chamam a atenção pela originalidade. O Fu**king Run! (com os asteriscos mesmo), é o modo mais incomum e divertido deles. Lá o jogador precisa chegar até uma zona pré-determinada auxiliado por um grupo de quatro soldados que devem correr desesperadamente até essa zona segura. No meio é preciso enfrentar inimigos que surgem do nada ou obstáculos bizarros. Todos devem lidar com a situação o mais rápido possível antes que uma névoa negra os alcance e ponha fim na aventura. É uma ótima forma de descontrair após a jogatina densa do singleplayer.
Que susto! Olha a textura daquela parede
As fases mantém o estilo claustrofóbico e escuro da série. Cheias de corredores apertados que desembocam em salas repletas de inimigos, são apresentadas de forma linear e cheias de suspense. Convenhamos, é muito mais fácil dar o susto em alguém que está andando em um caminho definido do que um maluco que sai correndo para qualquer lado.
O ponto mais baixo de F.E.A.R. 3 é a parte gráfica. O jogo é feio, datado e dificilmente irá parecer mais atraente do que qualquer outro jogo do estilo. Os gráficos não receberam nenhum tipo de tratamento desde F.E.A.R. 2 e tanto as texturas quanto os efeitos visuais irão decepcionar quem espera grandes novidades. Para piorar ele engasga sempre que existe algum "loading" disfarçado entre um cenário e outro.
Já a parte sonora é bem acima da média. A dublagem agrada e os efeitos sonoros são de altíssima qualidade. Ruídos, gritos e tudo que é som sobrenatural é extremamente significatico na experiência do jogador. A trilha sonora consegueguiar os sentimentos do jogador e transmite suspense e adrenalina na hora certa.
Recalibrado com menos terror e mais ação, F.E.A.R. 3 tem potencial para agradar a quem aprecia um bom tiroteio e quer sentir, mesmo que de leve, um frio da espinha. A adição de novas modalidades no multiplayer e um modo cooperativo divertido são os principais diferenciais na jogabilidade desta edição. Já a parte gráfica decepciona por estar datada e não ter recebido nenhum tipo de tratamento desde o episódio anterior. -
lanterna verde
lanterna verde
O game do Lanterna Verde, Green Lantern: Rise of the Manhunters, ganhou um trailer de jogabilidade. A prévia mostra Hal Jordan usando vários dos construtos energéticos que terá disponíveis no jogo. Assista abaixo:
www.youtube.com/watch?v=mQVYCn03ZII
Green Lantern: Rise of the Manhunters - Trailer de jogabilidade
Obs:O lançamento nacional do título, pela WB Games, terá legendas em português. A dublagem é a original.
O game enfoca os Caçadores Cósmicos, a primeira força policial experimental a fiscalizar a galáxia, antes da Tropa dos Lanternas Verdes. A peleja entre os Caçadores e os Lanternas, conhecida dos quadrinhos, será utilizada no game.
Um sistema cooperativo, em que um segundo jogador pode assumir o papel de Sinestro a qualquer momento, também estará disponível. Green Lantern: Rise of the Manhunters sai em 1º de junho para Xbox 360 e PlayStation 3, além de Nintendo DS, 3DS e Nintendo Wii, acompanhando o filme que chega aos cinemas em 17 de junho lá fora (aqui, só em agosto -
call of juarez
call of juarez
Jogabilidade
De acordo com seus criadores, Call of Juarez: Bound in Blood foi criado para trazer ao jogador a melhor experiência faroeste criada até então.[8] O jogo deriva do gênero spaghetti-western: pistoleiros, criminosos, duelos, fugas de prisão, assaltos a banco, perseguições de carruagem e conflitos com nativo-americanos, similares a outro jogo do mesmo estilo, Gun. Ele apresenta dois personagens principais, os irmãos Ray e Thomas. O enredo do jogo se estabelece durante a Guerra Civil Americana e retrata as aventuras dos dois irmãos em diferentes cidades do México e Estados Unidos.[8]
Antes da maioria das missões, o jogador pode escolher qual dos dois irmãos irá controlar. Embora o modo História seja considerado curto, cada irmão desempenha papéis diferentes dentro do mesmo mapa: frequentemente o jogador irá encontrar pontos onde os jogadores se dividem ou devem fazer ações em particular para permitir o progresso de ambos no cenário. Por exemplo, Thomas pode usar o laço para escalar em locais altos para proteger Ray, enquanto ele ataca ou joga dinamites em diferentes áreas. Cada irmão tem um modo história completamente diferente. O progresso linear dos mapas é interrompido por cenários livres onde o jogador pode fazer missões secundárias como um caçador ou capanga contratado, atacando, defendendo ou resgatando bens, para ganhar dinheiro e comprar novos equipamentos e munição. Em todos os mapas podem ser encontrados bônus secretos, que contém material adicional da história do jogo, além de fotos reais da Guerra da Secessão.
Ao final da maioria das missões, o jogador terá a oportunidade de duelar o líder do grupo rival ao estilo dos filmes clássicos western, onde os dois permanecem em um círculo com o revólver preso ao coldre. Ao som de um sino, ambos tiram a arma simultaneamente, restando aquele que mais rapidamente disparar um tiro letal no oponente.
se quiserem q eu ponha os personagens so pedi


