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Poema
olha a praça
olha o homem na praça
olha a praça da cidade
abraça a praça abandonada
a praça das moças sentadas
e dos homens circulando
a praça da fonte luminosa
da pipoca e do algodão doce
a praça da minha lembrança
a praça da tua lembrança
não a praça de alimentação
nem dos homens corroidos pelas pedras
a praça que não existe mais -
Faça você mesma - Lanternas Marroquinas
Hoje tem Post duplo, OBAAA!!! Apaixonados por Decoração e Faça vc mesmo, cada dia que passa minha paixão por artesanato aumenta, me digam se não tenho razão. Vejam que trabalho lindo o destas Lanternas Marroquinas feitas com material simples mas com um resultado incrÃvel, ainda tem o PAP para quem quiser fazer a sua.
Aproveito para me desculpar por nem sempre informar o material utilizado, como tipo de tinta, onde encontrar, etc. É que algumas pessoas acham que os trabalhos postados aqui no Blog Casalinda são meus, mais não são, é tanto que informo a fonte no final do Post, mais sempre que for possÃvel, estará disponÃvel a lista de material, ok? Espero que gostem, uma maravilhosa Semana para todos nós!
Lista de material:- vidro (qualquer um, pode ser garrafa também)tinta dimensional na cor dourada, prata, bronzetinta para vitralpincel e só.....
Pegue o vidro escolhido limpe bem com álcool e vá desenhando com o próprio bico da tinta dimensional. Inspire-se em desenhos das próprias lanternas marroquinas que você encontrar na internet.
Aplique a tinta vitral internamente no vidro. Existem tintas para vidro a base de água também.
Quanto mais detalhes da tinta dimensional você acrescentar mais linda sua lanterna ficará.
Agora é só decorar o seu cantinho preferido e curtir, não são lindas??Via: Margarete Arquitetando -
Bijuterias na Decoração
Bom dia, bom dia!!!
Gente, sou apaixonada por bijuterias e acho muito bacana usar objetos inusitados na Decoração do Lar Doce Lar, a dica de hoje é Bijuterias. E pq não? Vejam estas idéias....






Gostaram?
Beijos!!!
Via: Cantinho da Eli - Google Imagens
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Matéria Gazeta de São João - 29/01/2012
APARECIDA
Finalmente fui à Aparecida. SaÃmos num sábado pela manhã, eu a Luciane, o Lucas, Vanessa, Thiago e duas tias da Vanessa. Reservamos um hotel via internet. Daqueles que vemos as fotos e fica a desconfiança. Muita das vezes a beleza do anúncio não espelha a realidade. GPS ligado a mocinha ia dando as coordenadas. Quando chegamos ao endereço que indicava o aparelho anunciou: “Você chegou ao seu destino.” Como chegamos ao nosso destino se estávamos no meio de um camelódromo e nada da placa indicativa do hotel Hollywood. Bonito o nome, não é verdade? A LetÃcia, no banco de trás, gritou: “Mas essa não é a rua.” Havia lido a placa no meio daquela muvuca de barraqueiros. Então, usamos o expediente de quem está perdido, perguntamos. O rapaz indicou a primeira à direita, a primeira à direita e a segunda à direita. Ficamos aliviados. Pelo menos o hotel existia. Fizemos o que nos mandaram e novamente caÃmos no meio da feira e a rua interditada. Foi nesse momento que o Thiago avistou do outro lado da balburdia a placa do hotel em uma rua transversal. Mas, de que forma chegar lá? Por mais que andávamos, todas as ruas que davam mão pra o hotel estavam interditadas pela feira. Voltas e mais voltas e novamente perguntamos. A pessoa simplesmente explicou que era para passarmos pela interdição, entrarmos com o carro no meio da feira e chegarmos ao hotel. Foi o que fizemos. As hospedagens eram boas, limpas e bem conservadas. Apartamentos com frigobar, tv, ar condicionado e até uma sacada. O melhor é que estava a apenas 200 metros do portão de acesso ao Santuário. Desfizemos as malas, fomos almoçar no Restaurante Prata Fina (?), depois pegamos o teleférico que leva à Igreja antiga. Muito bonita por sinal e que está sendo restaurada para os 300 anos de descoberta da imagem por pescadores no rio ParaÃba. De lá fomos para o Santuário pela famosa passarela que une os dois pontos da cidade, maravilha. Fotos, fotos e mais fotos. A BasÃlica é uma construção monumental que tem excelente estrutura. O complexo, além da igreja, possui área de alimentação ampla e bem cuidada, lojas que vendem toda a sorte de artigos religiosos. Também existem salas interessantes. A sala das velas, onde você pode acendê-las com os seus pedidos, intenções e agradecimentos; sala dos milagres, onde estão expostos todos os tipos de objetos e histórias de graças alcançadas. A missa, combinamos assistir a de domingo à s 8 da manhã. Acharam cinco e meia muito cedo. Tudo certo, apenas a canseira grande, pois pelo tamanho do complexo tivemos que andar muito para conhecer quase tudo. No domingo, acordamos cedinho e não preciso dizer que foi emocionante. O Santuário completamente tomado pela multidão de diversos pontos do paÃs. Chegamos quinze minutos antes de a missa começar e quase que não conseguimos lugar nem para ficar em pé. O culto todo emocionante sendo o ápice com a entrada da imagem de Nossa Senhora sob os aplausos da multidão. Depois as bênçãos nos fiéis e nos objetos levados. Ao final, emocionados, fechamos a conta no hotel e voltamos para a baixada. O ótimo final de semana terminou com um almoço em Praia Grande numa gostosa costelaria. O único ponto negativo foi por conta de uma mesa de snooker que existe no hotel. Perdi todas, em duplas contra a Vanessa e o Thiago e sozinho contra a Vanessa. Aqui fica a recomendação para todos que ainda não conhecem fazerem o passeio. Principalmente acompanhado de pessoas a quem se quer bem. Valeu a pena.
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É para longe da dor que alegria nos interdita
Alegria
Leonardo Valesi Valente
Sorria florindo;
nascia em pétalas.
Dançava pelos raios de sol
devolvendo-a
flor de luz.
Encantava quando abria
a cor de sua voz.
Alegria vinha
e não replantou
dentro de mim.

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