• Prepare-se para pintar a casa.

    Blog de dricamelo :Reflexões e Itinerâncias, Prepare-se para pintar a casa.

    Saiba como preparar as superfícies e calcular a quantidade de tinta.

     

     

    IG - 27/07/2010

     

    Antes de começar a pintar a casa é preciso preparar as superfícies para que o resultado seja, não só bonito, como duradouro. Em caso de alvenaria nova, espere a cura do reboco, que leva 28 dias. Só depois disso, lixe a superfície, retire o pó e aplique o selador acrílico. Recubra as áreas externas com massa acrílica e as internas com massa corrida ou gesso. Lixe e limpe novamente antes de começar a pintar.

    Se preferir um acabamento menos liso, aplique a tinta diretamente após o selador (existe incolor e branco, se for usar uma cor clara, opte pelo branco). Nas quinas, utilize cantoneiras de massa corrida (interna na massa para ficar invisível). Esta é sempre uma boa opção para minimizar os estragos decorrentes de batidas.

    Na repintura, lixe a parede para desgastar a pintura existente e retirar sujeira. Limpe com vassoura e pano úmido. Se tiver mofo, limpe com solução de água e água sanitária. Lave com água e seque.

    Sujeiras com graxa ou gordura podem ser limpas com água e detergente.


    Fissuras devem ser removidas e restauradas

    Buracos de até três milímetros podem ser preenchidos com massa corrida ou acrílica. Após lixar novamente, o fundo preparador poderá ser aplicado caso o reboco seja fraco a parede caiada ou de gesso (se não for usada a tinta específica para gesso). Quando houver falhas muito grandes é necessário refazer reboco e proceder como em uma parede nova.

    O princípio: lixar – limpar – preencher buracos - lixar – limpar, guardadas as devidas especificidades, servem também para metais e madeiras.

    Cobrir o piso, móveis, madeiras ou ferros (e vice-versa) quando estiver pintando as paredes é básico. Isolar rodapés e janelas com fita crepe é recomendado. Se der uma esbarradinha em algum objeto que não era para ser pintado, limpe imediatamente com pano úmido. Enquanto molhada a tinta é muito fácil de ser removida mas quando seca adere a superfície e essa remoção pode ser penosa.

    Quantas latas comprar?

    Para quantificar é necessário medir o comprimento de cada parede e somar. Multiplique a soma pela altura. Se tiver janelas ou portas tire as duas medidas, comprimento e altura e multiplique. Subtraia da área de paredes a área de portas e janelas.

    Para calcular a área do forro multiplique as duas medidas: comprimento e largura. Se for pintar da mesma cor das paredes some à área anterior. Multiplique pelo número de demãos (de duas a três). Verifique no produto a ser comprado o rendimento da tinta por metro quadrado e você terá o número de latas necessárias.

    Descarte de sobras

    Se sobrar tinta você poderá usá-la num período de seis meses desde que guardada em uma lata bem fechada.

    A limpeza dos pincéis não deve ser feita diretamente embaixo da torneira. Limpe os pincéis retirando o excesso de tinta com jornal. Lave-os em balde com água e deixe-os de molho até o dia seguinte. Quando a crosta de tinta estiver no fundo do balde, a água poderá ser descartada e a crosta jogada no lixo.

    Manutenção

    Siga a recomendação do fabricante. Os produtos que se propõem a ser de fácil limpeza apresentam essas informações na embalagem, mas nem todos às contêm. Na maioria dos casos é necessário ligar no SAC do fabricante.

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  • Ilusão de ótica é arte?

    Esta é a pergunta. E a resposta é: a rigor, não.
    Ilusão de ótica não é arte, mas se faz arte com ilusão de ótica. E é esta a prerrogativa da arte: usar de todos os meios possíveis para produzir o belo, por mais horrendo que possa parecer às vezes.

    O termo ilusão de ótica refere-se a todas as sensações produzidas pelo sistema visual humano que nos fazem ver coisas que não estão realmente presentes ou vê-las de maneira diferente daquela que realmente são. As causas para este fenômeno podem ser fisiológicas ou cognitivas.

    Existem vários tipos de ilusão de ótica, mas falaremos apenas das “Anáglifas 3D”, que são as mais utilizadas pelos artistas, embora em uma obra possam ser usados vários dos tipos conhecidos. Quem se interessar pode buscar maiores informações no site Portal da Oftalmologia.

    A ilusão de ótica conhecida como Anáglifas 3D, ou visão em três dimensões, ou estereoscópica, decorre do fato de possuirmos visão binocular (dois olhos). Se fecharmos um deles, perdemos muito da noção de distância entre os objetos. Este fenômeno é causado pela distância entre nossos olhos que, por isto, captam a imagem do mesmo objeto em posições diferentes. É esta superposição de imagens que nos dá a sensação de uma terceira dimensão.

    M. C. Escher (Holanda, 1898-1972)
    Foi um dos primeiros artistas a se utilizar deste recurso em favor da arte. Ficou conhecido por suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints). Em seus trabalhos, M. C. Escher representava construções impossíveis, preenchimentos do plano, explorações do infinito e as metamorfoses (padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente em formas completamente diferentes).

    Belvedere (1958), litografia


    Côncavo e Convexo (1955), litografia


    Galeria (1956),litografia


    Moebius Strip II (1963), xilogravura em
    vermelho preto e cinza-esverdeado (à esquerda) e
    Nós (1965), xilogravura em vermelho verde e marrom (à direita)
    do M. C. Escher (site oficial)

     


    O recurso da ilusão de ótica

    Tem sido utilizado com certa freqüência por um número cada vez maior de artistas. Li Wei é um deles. Chinês de Hubei, nasceu em 1970 e mora atualmente em Pequim. Seu trabalho fotográfico é inovador e curioso, mas não passa de ilusão de ótica e, no entanto, como dissemos: é arte!



    Muzzle and I


    The baby leaves away from


    Dream Like Love


     Love at the high place 2

    Julian Beever
     

    World Card - Istambul


    Rainha Elizabeth I – Oxford Street/Londres


    Feeding Fish


    Julian, por ele mesmo (home)

     

     

    John Pugh

     

    Bishop


    Palo Alto


    Mulher na mesa


    Mana Nalu, a mais difícil obra de John Pugh
     



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  • Outro lado da bolsa

    Blog de teciclando :Teciclando, Outro lado da bolsa
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  • Bolsa preta e branca patchwork

    Blog de teciclando :Teciclando, Bolsa preta e branca patchwork
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  • Uma idéia....

    Blog de teciclando :Teciclando, Uma idéia....

    Olá amigas arteiras, ficamos muito preocupadas em reciclar, latinhas, pets etc...e não preocupamos com nossas embalagens de cosméticos que também são plásticos. Como os fornecedores não se preocupam de faze-las retornar , vamos fazer nossa parte???? Podemos fazer inúmeras artes com elas, é só usar nossa imaginação de artistas. rsrsrs...

    Eu tive umas idéias legais e vou começar a executar, Logo postarei com pap.

     Vamos nessa?? A foto acima é uma luminária  feita com copinhos descartáveis do blog "Pensando verde".

    Bom domingo a todas

    Beatriz

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