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Desculpa se te chamo de amor”
É perceber que talvez amar seja outra coisa. É sentir-se leve e livre. É saber que o coração dos outros não lhe é devido, não lhe pertence, não lhe cabe por contrato. A cada dia você deve merecê-lo. E dizê-lo. Dizer a ele. E compreeender pelas respostas que talvez seja necessário mudar. É necessário ir embora para reencontrar o caminho. Fabio me olha bravo, de pé, diante do portão. E diz que não, que estou errada, que somos felizes juntos. Agarra o meu braço e o aperta com força. Porque, quando alguém que você deseja se vai, você tenta mantê-lo com as mãos e espera assim prender também o seu coração. E não é assim. O coração tem pernas que você não vê. E Fabio vai embora dizendo que você vai me pagar, mas o amor não é uma dÃvida a ser liquidada, não dá créditos, não aceita descontos.
– Federico Moccia em “Desculpa se te chamo de amor”
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1971 x 2012
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Hey!!
[…] Hey, vai mesmo dar ouvidos a eles? Vai deixar eles te destruirem com palavras mórbidas e vazias? Acredite, você é mais do que as palavras explicam, mais do que seu espelho indica, mais do que sua sombra mostra, mais do que sua timidez expõe. Olhe pra você mesmo(a), e veja que há uma imensidão de ‘você’ para ser garimpado. Sempre haverá uma luz no fim do túnel. Sempre haverá um alguém para dizer o quanto você é forte e especial. Não desista de você, pois a cada centÃmetro que se move diante de ti é uma oportunidade de recomeço. (Prisioneiro da Morte✝)
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Quero Toda Noite *_*





































